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Psicóloga · CRP 06/149021

Cuidado em saúde mental para todas as fases da vida

Terapia cognitivo-comportamental, avaliação neuropsicológica e psicopedagogia — com escuta ética, humanizada e fundamentada pela ciência.

  • Crianças, adolescentes, adultos e idosos
  • Online e presencial
  • Sigilo profissional garantido
Giovana Ripoli, psicóloga, CRP 06/149021
Giovana Ripoli, psicóloga, CRP 06/149021, em seu consultório

Sobre

Quem é Giovana Ripoli

Sou psicóloga, formada em 2018, e atuo com o compromisso de oferecer cuidado em saúde mental ético, humanizado e fundamentado pela ciência. Ao longo da minha trajetória, busquei me aprofundar continuamente para compreender as particularidades do funcionamento humano em suas diferentes fases da vida.

Realizo atendimentos voltados a crianças, adolescentes, adultos e idosos. Cada etapa do desenvolvimento exige um olhar único e estratégias adaptadas — desde o universo lúdico da infância até as demandas de autoconhecimento, transições de vida e saúde cognitiva da vida adulta e terceira idade.

Investir na sua saúde mental é uma decisão transformadora. Se você quer entender mais sobre como a terapia pode te ajudar no momento atual, convido você a dar esse passo. Estou à disposição para caminhar ao seu lado.

Vamos agendar uma conversa?

Especialidades

Como posso te ajudar

Três frentes de trabalho, uma mesma base: escuta acolhedora e prática fundamentada em evidências, para cada fase da vida.

Terapia cognitivo-comportamental

Psicoterapia individual com foco no presente: entender como pensamentos, emoções e comportamentos se relacionam, e construir formas mais saudáveis de lidar com o que pesa. Online ou presencial.

Como são as sessões

Avaliação neuropsicológica

Investigação de atenção, memória, linguagem e funções executivas com instrumentos padronizados — da queixa escolar à avaliação de memória na terceira idade.

Entenda como funciona

Psicopedagogia

Acompanhamento das dificuldades de aprendizagem de crianças e adolescentes — para a mesma profissional que avalia também acompanhar a demanda escolar.

Para pais e responsáveis

Terapia cognitivo-comportamental

O que é a terapia cognitivo-comportamental?

A terapia cognitivo-comportamental — TCC — é uma abordagem de psicoterapia com foco no presente e apoiada em evidências científicas. Ela parte de uma ideia simples de enunciar e trabalhosa de praticar: o que pensamos, o que sentimos e o que fazemos estão ligados, e é possível intervir nesse circuito.

Na prática, isso quer dizer observar juntos quais pensamentos aparecem nos momentos difíceis, que emoções eles trazem e que comportamentos se repetem a partir deles. Daí em diante, construímos estratégias para lidar de outro jeito — experimentadas no dia a dia, entre uma sessão e outra, e ajustadas conforme o que faz sentido para você.

É um trabalho colaborativo e com objetivos combinados: você acompanha o que estamos fazendo e por quê, em vez de esperar que a compreensão apareça só no fim.

Quando procurar

Algumas das demandas que costumam chegar ao consultório:

  • Ansiedade, preocupação constante e crises
  • Tristeza persistente, desânimo e perda de interesse
  • Autoestima e autocrítica excessiva
  • Estresse, esgotamento e dificuldade de colocar limites
  • Transições de vida — carreira, mudanças, luto, separações
  • Dificuldades nos relacionamentos e na comunicação

Não é preciso estar em crise para começar. Querer se entender melhor já é um motivo.

Como são as sessões

  • Cerca de 50 minutos, em geral uma vez por semana
  • Online ou presencial, com o mesmo método e o mesmo sigilo
  • A primeira sessão serve para entender a demanda e combinar os próximos passos
  • Objetivos definidos junto com você e revistos ao longo do processo
  • Sem compromisso de continuidade: seguir é sempre uma decisão sua
  • Atendimento para crianças, adolescentes, adultos e idosos

Avaliação neuropsicológica

O que é a avaliação neuropsicológica?

É um processo estruturado que investiga como estão funcionando a atenção, a memória, a linguagem, o raciocínio e as funções executivas de uma pessoa, usando entrevistas e instrumentos padronizados. O resultado é um relatório que ajuda a compreender o que está acontecendo e orienta os próximos passos — na escola, em casa ou no acompanhamento com médicos e outros profissionais.

Ela não substitui a consulta médica nem fecha um diagnóstico sozinha: é uma peça de informação, geralmente a mais detalhada que existe sobre o funcionamento cognitivo, que se soma ao que o neurologista, o pediatra, o geriatra ou o psiquiatra já observaram.

Costuma ser solicitada por esses profissionais ou pela própria escola. Se você chegou aqui com um encaminhamento em mãos, ele é um ótimo ponto de partida para a nossa conversa — e se não tem nenhum, também dá para começar pela queixa.

Em crianças e adolescentes, quando avaliar?

Quando há dificuldades de aprendizagem, queixas de atenção, suspeita de TDAH ou de transtornos do neurodesenvolvimento, a avaliação ajuda a distinguir o que é próprio da fase do que pede acompanhamento — e dá à escola e à família um mapa concreto de como apoiar.

  • Queixa de desatenção, agitação ou impulsividade
  • Dificuldade com leitura, escrita ou matemática
  • Queda de rendimento sem causa aparente
  • Pedido de relatório pela escola ou por um médico

Em adultos e idosos, quando avaliar?

Diante de esquecimentos que preocupam, mudanças de comportamento ou queixas cognitivas depois de alguma condição de saúde, a avaliação documenta o funcionamento atual da memória e das demais funções — informação valiosa para o médico que acompanha e para o planejamento do cuidado.

  • Esquecimentos frequentes que incomodam a rotina
  • Dificuldade de concentração ou de organização no trabalho
  • Mudanças percebidas pela família após AVC, cirurgia ou infecção
  • Acompanhamento pedido por neurologista ou geriatra

Quando a avaliação identifica uma demanda escolar, o acompanhamento pode continuar comigo na psicopedagogia — quem avalia também acompanha, sem recomeçar a história a cada encaminhamento.

Psicopedagogia

Quando a escola vira motivo de preocupação

Se o boletim caiu, as lições viraram batalha ou a escola chamou para conversar, a psicopedagogia é o espaço de entender como seu filho ou sua filha aprende — e de construir, junto com a família e a escola, estratégias que respeitem esse jeito de aprender.

O ponto de partida não é a nota. É observar o que acontece na hora de aprender: onde a atenção escapa, o que trava na leitura, como a criança organiza o tempo e o material, e o que ela já faz bem e pode servir de apoio para o resto.

O trabalho é voltado a crianças e adolescentes e conversa diretamente com a avaliação neuropsicológica: quando a avaliação aponta uma dificuldade, o acompanhamento continua com a mesma profissional, sem recomeçar a história do zero a cada encaminhamento.

O que costuma trazer uma família até aqui

  • Lição de casa que termina em choro ou briga, todos os dias
  • Bilhete ou reunião da escola pedindo acompanhamento
  • Leitura ou escrita atrasada em relação à turma
  • Criança inteligente que "não rende" — e ninguém entende por quê
  • Desorganização com material, prazos e provas
  • Recusa de ir à escola ou queda na autoestima ligada ao estudo

Como funciona a primeira sessão

  1. Uma conversa inicial com os responsáveis — trazendo, se houver, boletins, relatórios da escola ou avaliações anteriores.
  2. Sem compromisso de continuidade: a primeira sessão serve para entender a demanda e combinar, juntos, se e como seguir.
  3. Definido o acompanhamento, a frequência e os objetivos são combinados com a família — e revistos conforme a criança avança.

Com autorização da família, o contato com a escola faz parte do trabalho: é lá que boa parte das estratégias precisa acontecer.

Atendimento

Online e presencial: como escolher?

Os dois formatos seguem o mesmo método e o mesmo sigilo profissional. A escolha costuma ser prática — tempo, deslocamento e onde você consegue conversar com privacidade. Também não é uma decisão definitiva: dá para começar de um jeito e ajustar depois, conforme a rotina.

Atendimento online

Por chamada de vídeo, para qualquer lugar do Brasil. É o formato de quem tem uma rotina apertada, mora longe do consultório ou passa temporadas fora da cidade — e evita que o deslocamento vire o motivo de interromper o processo.

  • Você precisa de um lugar reservado e de uma conexão estável
  • O horário é marcado como no presencial, com a mesma duração
  • Prática regulamentada pela Resolução CFP nº 11/2018

Atendimento presencial

No consultório, na Vila Anhanguera, zona sul de São Paulo. É o formato de quem prefere sair de casa para a sessão, de quem não tem um espaço reservado para falar — e costuma ser o mais indicado no trabalho com crianças, onde o material lúdico faz parte do atendimento.

O espaço

Um consultório pensado para acolher

Um ambiente reservado, silencioso e com luz natural — para a conversa acontecer com calma, no presencial ou como pano de fundo do atendimento online. Chegar num lugar que já parece tranquilo é parte do trabalho, principalmente na primeira vez.

Toque em uma foto para ampliar.

Onde fica

Rua Pajaú, 200 — Vila Anhanguera, São Paulo. É um bairro residencial da zona sul da cidade, de rua tranquila, o que ajuda no silêncio das sessões.

Veja o mapa e trace a rota na seção de contato.

Como é chegar aqui

O atendimento é com hora marcada, então não há espera. Se for a sua primeira vez, chegue alguns minutos antes para se situar com calma — e, se atrasar ou se perder no caminho, é só me avisar pelo WhatsApp.

As orientações de acesso são enviadas junto com a confirmação do horário.

Dúvidas frequentes

O que costumam perguntar antes de começar

Como funciona a primeira sessão?

É uma conversa de acolhimento: você conta o que te trouxe, eu explico como trabalho e combinamos juntos os próximos passos. Não precisa levar nada nem se preparar — e não há compromisso de continuidade.

No caso de crianças e adolescentes, essa primeira conversa é com os responsáveis. Se houver relatórios da escola, avaliações anteriores ou pedidos médicos, vale trazer.

E se eu não souber explicar o que estou sentindo?

Tudo bem — colocar em palavras é parte do trabalho, não um pré-requisito dele. Muita gente chega dizendo apenas que algo não está bem, e a primeira sessão serve exatamente para começar a nomear isso com calma, no seu tempo.

Quanto custa e como funciona o pagamento?

O valor da sessão e as formas de pagamento são informados no primeiro contato pelo WhatsApp, antes de qualquer agendamento — assim você decide com a informação na mão.

Você atende por convênio?

O atendimento é particular. Emito recibo para quem deseja solicitar reembolso ao convênio — vale confirmar antes com o seu plano quais são as regras de reembolso para psicoterapia, porque elas variam bastante.

Quanto tempo dura uma sessão? E o processo todo?

A sessão de psicoterapia dura cerca de 50 minutos, em geral uma vez por semana. A duração do processo varia com a demanda de cada pessoa — é combinada e revisitada ao longo do acompanhamento, nunca imposta de antemão.

Atendimento online funciona?

Sim — o atendimento por vídeo é regulamentado pela Resolução CFP nº 11/2018 e segue o mesmo sigilo do presencial. Basta um lugar reservado e uma conexão estável.

Para crianças pequenas, converso com os responsáveis sobre o formato mais adequado: parte do trabalho infantil é lúdico e costuma render mais no consultório.

O que é falado fica entre nós?

Sim. O sigilo profissional é garantido pelo Código de Ética do psicólogo e protege tudo o que é conversado em sessão, no online e no presencial.

No atendimento de crianças e adolescentes, os responsáveis recebem orientações sobre o processo, mas o conteúdo das sessões é preservado — o vínculo de confiança depende disso.

Qual a diferença entre psicólogo, psiquiatra e neuropsicólogo?

O psiquiatra é médico e pode prescrever medicação. O psicólogo conduz a psicoterapia, sem prescrever. O neuropsicólogo é um psicólogo com formação específica em avaliação das funções cognitivas — atenção, memória, linguagem, funções executivas.

Os três trabalhos se somam com frequência: é comum alguém fazer psicoterapia comigo, ser acompanhado por um psiquiatra e ter feito uma avaliação neuropsicológica que orienta os dois.

Quanto tempo leva uma avaliação neuropsicológica?

Em geral, algumas sessões: entrevista inicial, encontros de testagem e uma sessão final para entrega e explicação do relatório. O número exato depende da demanda e da idade, e é combinado logo na primeira conversa.

A partir de que idade você atende crianças?

Atendo crianças, adolescentes, adultos e idosos. No caso das crianças, a primeira conversa é sempre com os responsáveis — ali avaliamos juntos o melhor caminho para a idade e para a demanda.

Preciso de encaminhamento médico?

Não — você pode procurar psicoterapia por conta própria. Para a avaliação neuropsicológica, o encaminhamento de um médico ou da escola ajuda a direcionar a investigação, mas também não é obrigatório.

Se você está em risco agora, não espere por uma consulta.

O CVV atende 24 horas, de graça e em sigilo, pelo telefone 188 ou em cvv.org.br. Em caso de emergência, procure o SAMU pelo 192 ou o pronto-socorro mais próximo. Este site não é um canal de atendimento a emergências.

Contato

Onde me encontrar

Canais

+55 11 97410-8111
psi@giovanaripoli.com.br

O WhatsApp é o caminho mais rápido — a mensagem já chega com o assunto preenchido.

Consultório

Rua Pajaú, 200 — Vila Anhanguera
São Paulo — SP · CEP 04673-000

Atendimento presencial na zona sul de São Paulo e online para todo o Brasil.

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